terça-feira, 28 de dezembro de 2010

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A arte do amor

Comunicação, a arte de falar um com o outro, dizer o que sentimos e pretendemos, falando com clareza, ouvir o que o outro fala, deixá-lo certo de que estamos ouvindo é, sem sombra de dúvida, a habilidade mais essencial para a criação e a manutenção de um relacionamento amoroso.
A afirmativa é de Leo Buscaglia, professor de uma Universidade da Califórnia.
Ele diz que o mais alto nível da comunicação é o não verbal. O que quer dizer: se você ama, mostre isto em atitudes. Faça coisas amorosas para o outro. Seja atencioso. Coloque os seus sentimentos na prática.
Faça aquela comida favorita. Mande flores. Lembre-se dos aniversários. Crie os seus próprios feriados de amor. Não espere pelo Dia dos Namorados.
E ele relaciona alguns pontos importantes para que uma relação a dois se aprofunde e se agigante, vencendo os dias, os meses e os anos.
Diga sempre ao outro que o ama, através de suas palavras, suas atitudes e seus gestos. Não pense que o seu par já sabe disso. Ele precisa desta afirmação.
Cumprimente sempre o seu amor pelos trabalhos bem-feitos. Não o deprecie. Dê o seu apoio quando ele falhar. Pense que tudo o que ele faz por você, não o faz por obrigação. E estímulo e elogio asseguram que ele vai repetir a dose.
Quando você se sentir solitário, incompreendido, deixe-o saber. Ele se sentirá mais forte por reconhecer que tem forças para confortar você.
Afinal, os sentimentos, quando não externados, podem ser destrutivos. Lembre que, apesar de amá-lo, o outro ainda não pode ler a sua mente. Não se feche em si mesmo.
Expresse sentimentos e pensamentos de alegria. Eles dão vida ao relacionamento. É maravilhoso celebrar dias comuns, datas pessoais, como o primeiro encontro, o primeiro olhar, o dia da reconciliação depois de um breve desentendimento.
Dê presentes de amor sem motivo. Ouça a sua própria voz a falar de sua felicidade.
Diga ao seu amor que ele é uma pessoa especial. Não deprecie os sentimentos dele. O que ele sente ou vê é sua experiência pessoal, portanto, importante e real.
Abrace sempre. A comunicação de amor não verbal revitaliza a relação.
Respeite o silêncio do seu companheiro. Momentos de quietude também fazem parte das necessidades espirituais de cada um.
Finalmente, deixe que os outros saibam que você valoriza a quem ama, pois é bom partilhar as alegrias de um saudável relacionamento com os outros.

* * *
É possível que você esteja pensando que todas essas idéias não são realmente necessárias entre pessoas que se amam. Elas acontecem de forma espontânea.
Mas, nem tanto. Nem sempre. São esses vários aspectos da comunicação que constituem o alicerce de um relacionamento amoroso saudável. Eles também produzem os sons mais maravilhosos do mundo. Os sons do amor. Experimente!

Autor:
Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no cap. 2 do livro Amando uns aos outros, de Leo Buscaglia, ed. Nova Era.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010


Maria e José de Nazaré
convidam você e sua família para a festa do meu aniversário.

Data: 25 de dezembro
Local: Seu Coração
Os participantes da minha festa
serão contemplados com um crédito infinito
de graças para o ano todo,
podendo sacar, diariamente,
sem limite de horário,
a soma de bênçãos de que necessitarem.

Favor confirmar sua presença
através de oração e da imitação dos meus atos.

Agradeço por todo o esforço que você fará
na preparação espiritual da minha festa!

Abraços e Bênçãos de
Jesus de Nazaré

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

QUANDO UMA ETAPA CHEGA AO FIM
(Recebido por e-mail)

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final.

Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.

Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.

Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?

Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu....

Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.

Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.

O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.

As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...

Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.

Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.

Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.

Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto, às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.

Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.

Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".

Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!

Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.

Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.

Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas, porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.

Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és..

E lembra-te :
“Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão”
Fernando Pessoa

Enquanto não atravessarmos a dor de nossa própria solidão,
continuaremos a nos buscar em outras metades.
Para viver a dois, antes, é necessário ser um.
Fernando Pessoa

Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas...
Que já têm a forma do nosso corpo...
E esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos
mesmos lugares...
É o tempo da travessia...
E se não ousarmos fazê-la...
Teremos ficado... Para sempre...
À margem de nós mesmos...
Fernando Pessoa

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

DEFINIÇÕES
de Mário Prata
extraído do site http://www.sotextos.com

Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.
Lembrança é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo.
Angústia é um nó muito apertado bem no meio do sossego.
Preocupação é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair de seu pensamento.
Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que devia querer outra coisa.
Certeza é quando a idéia cansa de procurar e pára.
Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.
Pressentimento é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista.
Vergonha é um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora.
Ansiedade é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja.
Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.
Sentimento é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado.
Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.
Tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração.
Felicidade é um agora que não tem pressa nenhuma.
Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros.
Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente mas, geralmente, não podia.
Lucidez é um acesso de loucura ao contrário.
Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.
Vontade é um desejo que cisma que você é a casa dele.
Paixão é quando apesar da palavra ¨perigo¨ o desejo chega e entra.
Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado.
Não... Amor é um exagero... também não.
Um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego?


Talvez porque não tenha sentido, talvez porque não tenha explicação,
Esse negócio de amor, não sei explicar.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Idosos ou Velhos?
Autor desconhecido

Você se considera uma pessoa idosa, ou velha? Acha que é a mesma coisa?
Pois então ouça o depoimento de um idoso de setenta anos:
Idosa é uma pessoa que tem muita idade. Velha é a pessoa que perdeu a jovialidade.
A idade causa degenerescência das células. A velhice causa a degenerescência do espírito.
Por isso nem todo idoso é velho e há velho que ainda nem chegou a ser idoso.
Você é idoso quando sonha. É velho quando apenas dorme.
Você é idoso quando ainda aprende. É velho quando já nem ensina.
Você é idoso quando pratica esportes, ou de alguma outra forma se exercita.
É velho quando apenas descansa.
Você é idoso quando ainda sente amor. É velho quando só tem ciúmes e sentimento de posse.
Você é idoso quando o dia de hoje é o primeiro do resto de sua vida.
É velho quando todos os dias parecem o último da longa jornada.
Você é idoso quando seu calendário tem amanhãs. É velho quando seu calendário só tem ontens.
O idoso é aquela pessoa que tem tido a felicidade de viver uma longa vida produtiva, de ter adquirido uma grande experiência. Ele é uma ponte entre o passado e o presente, como o jovem é uma ponte entre o presente e o futuro. E é no presente que os dois se encontram.
Velho é aquele que tem carregado o peso dos anos, que em vez de transmitir experiência às gerações vindouras, transmite pessimismo e desilusão.
Para ele, não existe ponte entre o passado e o presente, existe um fosso que o separa do presente pelo apego ao passado.
O idoso se renova a cada dia que começa; o velho se acaba a cada noite que termina.
O idoso tem seus olhos postos no horizonte de onde o sol desponta e a esperança se ilumina.
O velho tem sua miopia voltada para os tempos que passaram. O idoso tem planos.
O velho tem saudades.
O idoso curte o que resta da vida. O velho sofre o que o aproxima da morte.
O idoso se moderniza, dialoga com a juventude, procura compreender os novos tempos.
O velho se emperra no seu tempo, se fecha em sua ostra e recusa a modernidade.
O idoso leva uma vida ativa, plena de projetos e de esperanças.
Para ele o tempo passa rápido, mas a velhice nunca chega.
O velho cochila no vazio de sua vida e suas horas se arrastam destituídas de sentido.
As rugas do idoso são bonitas porque foram marcadas pelo sorriso.
As rugas do velho são feias porque foram vincadas pela amargura.
Em resumo, idoso e velho, são duas pessoas que até podem ter a mesma idade no cartório, mas têm idade bem diferente no coração.
A vida, com suas fases de infância, juventude, madureza, é uma experiência constante. Cada fase tem seu encanto, sua doçura, suas descobertas. Sábio é aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Somente assim, na soma das experiências e oportunidades, ao final dos seus anos guardará a jovialidade de um homem sábio.
Se você é idoso, guarde a esperança de nunca ficar velho.

Autor desconhecido - extraído do site: http://www.direitodoidoso.com.br/

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

AMOR DE VERDADE

Martin era um sapateiro em uma vila pequena.
Desde que morreu a esposa e os filhos, ele se tornou triste.
Um dia, um homem sábio lhe falou que ele deveria ler os evangelhos porque lá ele descobriria como Deus gostaria que ele vivesse.
Martin passou a ler os evangelhos. Certo dia leu a narrativa do evangelho de Lucas do banquete em casa do rico fariseu que recebeu Jesus em sua casa, mas não providenciou água para os pés, nem ungiu a cabeça de Jesus, nem o beijou.
Naquela noite, Martin foi dormir pensando em como ele receberia Jesus, se ele viesse a sua casa. De repente, acordou sobressaltado com uma voz que lhe dizia:
"- Martin! Olha para a rua amanhã, pois eu virei."
Logo cedo, o sapateiro acendeu o fogo e preparou sua sopa de repolho e seu mingau. Começou a trabalhar e se sentou junto à janela para melhor ver a rua. Pensando na noite da véspera, mais olhava a rua do que trabalhava.
Passou um porteiro de casa, um carregador de água. Depois uma mulher com sapatos de camponesa, com um bebê ao colo. Ela estava vestida com roupas pobres, leves e velhas. Segurando o bebê junto ao corpo, buscava protegê-lo do vento frio que soprava forte. Martin convidou-a a entrar e lhe serviu sopa.
Enquanto comia, ela contou sua vida. Seu marido era soldado. Estava longe há oito meses. Ela já vendera tudo o que tinha e acabara de empenhar seu xale.
Martin buscou um casaco grosso e pesado e envolveu a mulher e o filho. Depois de alimentados e agasalhados, eles se foram, não sem antes Martin deixar na mão da pobre mãe umas moedas para que ela pudesse tirar o xale do penhor.
Quando um velho que trabalhava na rua, limpando a neve da frente das casas, parou para descansar, encostado à parede da sua oficina e lar, Martin o convidou a entrar. Serviu-lhe chá quente e lhe falou da sua espera. Ele aguardava Jesus. O velho homem foi embora, reconfortado no corpo e na alma e Martin voltou a costurar uma botina.
O dia acabou. E quando ele não podia mais ver para passar a agulha pelos furos do couro, juntou suas ferramentas, varreu o chão e colocou o lampião sobre a mesa. Buscou o Evangelho e o abriu. Então, ouvindo passos, ele olhou em volta. Uma voz sussurrou:
"-Martin, você não me conhece?"
"-Quem é?", perguntou o sapateiro.
"-Sou eu" disse a voz. E num canto da sala, apareceu a mulher com o bebê ao colo. Ela sorriu, o bebê também e então desapareceram.
"-Sou eu" tornou a falar a voz. Em outro canto apareceu o velho homem. Sorriu. E desapareceu.
A alma de Martin se alegrou. Ele começou a ler o evangelho onde estava aberto:
"Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era hóspede, e me recolhestes." No fim da página, ele leu: "quantas vezes vós fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim é que o fizestes."
E Martin compreendeu que o Cristo tinha ido a ele naquele dia, e que ele o recebera bem.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

MORRE LENTAMENTE
Pablo Neruda

Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói seu amor próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem nao muda de marca,
não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma nova paixão e seu redemoinho de emoções, justamente,
as que resgatam o brilho dos olhos e os corações aos tropeços.
Morre lentamente quem nao vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, ou amor,
quem nao arrisca o certo pelo incerto para ir atrás do sonho,
quem não se permite, pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
VIVA HOJE
ARRISQUE
FAÇA
não se deixe morrer lentamente!!
não se esqueça de ser feliz!!!
NUNCA

segunda-feira, 29 de novembro de 2010


JÓIAS DEVOLVIDAS

Narra antiga lenda que um rabi, religioso dedicado, vivia muito feliz com sua família.
Esposa admirável e dois filhos queridos.
Certa vez, por imperativos da religião, o rabi empreendeu longa viagem ausentando-se do lar por vários dias.
No período em que estava ausente, um grave acidente provocou a morte dos dois filhos amados.
A mãezinha sentiu o coração dilacerado de dor.
No entanto, por ser uma mulher forte, sustentada pela fé e pela confiança em Deus, suportou o choque com bravura.
Todavia, uma preocupação lhe vinha à mente: como dar ao esposo a triste notícia?
Sabendo-o portador de insuficiência cardíaca, temia que não suportasse tamanha comoção.
Lembrou-se de fazer uma prece. Rogou a Deus auxílio para resolver a difícil questão.
Alguns dias depois, num final de tarde, o rabi retornou ao lar.
Abraçou longamente a esposa e perguntou pelos filhos...
Ela pediu para que não se preocupasse.
Que tomasse o seu banho, e logo depois ela lhe falaria dos moços.
Alguns minutos depois estavam ambos sentados à mesa.
Ela lhe perguntou sobre a viagem, e logo ele perguntou novamente pelos filhos.
A esposa, numa atitude um tanto embaraçada, respondeu ao marido: deixe os filhos.
Primeiro quero que me ajude a resolver um problema que considero grave.
O marido, já um pouco preocupado perguntou: o que aconteceu? Notei você abatida! Fale!
Resolveremos juntos, com a ajuda de Deus.
- Enquanto você esteve ausente, um amigo nosso visitou-me e deixou duas jóias de valor incalculável, para que as guardasse. São jóias muito preciosas! Jamais vi algo tão belo!
- O problema é esse! Ele vem buscá-las e eu não estou disposta a devolvê-las, pois já me afeiçoei a elas. O que você me diz?
- Ora mulher! Não estou entendendo o seu comportamento! Você nunca cultivou vaidades!...
Por que isso agora?
- É que nunca havia visto jóias assim! São maravilhosas!
- Podem até ser, mas não lhe pertencem! Terá que devolvê-las.
- Mas eu não consigo aceitar a idéia de perdê-las!
E o rabi respondeu com firmeza: ninguém perde o que não possui. Retê-las equivaleria a roubo!
- Vamos devolvê-las, eu a ajudarei. Faremos isso juntos, hoje mesmo.
- Pois bem, meu querido, seja feita a sua vontade. O tesouro será devolvido. Na verdade isso já foi feito.
- As jóias preciosas eram nossos filhos.
- Deus os confiou à nossa guarda, e durante a sua viagem veio buscá-los.
Eles se foram.
O rabi compreendeu a mensagem. Abraçou a esposa, e juntos derramaram grossas lágrimas.
Sem revolta nem desespero.
Os filhos são jóias preciosas que o Criador nos confia a fim de que as ajudemos a burilar-se.
Não percamos a oportunidade de enfeitá-las de virtudes.
Assim, quando tivermos que devolvê-las a Deus, que possam estar ainda mais belas e mais valiosas.

domingo, 28 de novembro de 2010

Visite o maravilhoso site COMANDO ESTELAR,  http://comandoestrelinha.ning.com/ 
um espaço de muita luz e ensinamentos. Vamos crescer espiritualmente.


O PODER DO PERDÃO !!!!  - A CURA  
Do livro: Minhas Orações - Masaharu Taniguchi

que é mais importante: Perdoar ou pedir perdão?
Quem pede perdão mostra que ainda crê no AMOR...
Quem perdoa mostra que existe amor para quem crê.
Mas não importa saber qual das duas coisas é importante.
O que importa saber é que perdoar é o modo mais sublime de crescer.
E pedir perdão é o modo mais sublime de se levantar...
Perdoar não significa esquecer as marcas profundas que nos deixaram ou mesmo fechar os olhos para a maldade alheia.
Perdoar é... desenvolver um sentimento profundo de compreensão, por saber que nós e os outros ainda estamos distantes de agir corretamente.
Porque não estamos momentaneamente em completo contato com a nossa criação divina e que todos nós temos em várias ocasiões, gestos de irreflexões e ações inadequadas.
O perdão é o resultado da "Reflexão" introspectiva .
Perdoar é esquecer sem restrições...
Perdoe setenta vezes sete como "ELE" o Divino Mestre JESUS nos ensinou...

Pensem nisso!

Para Perdoar

Quando não se alcança o almejado apesar de orar fervorosamente, às vezes há uma causa mental oculta: não se perdoou a alguma pessoa. Quando odiamos alguém, esse ódio se infiltra em nosso subconsciente e, mesmo que o esqueçamos no consciente, ele continua latente. Tendo ódio no subconsciente, a oração torna-se inútil, ainda que seja fervorosa.

Portanto, é necessário, antes de orar por algo, fazer oração de perdão.
Quem perdoa é perdoado. Para isso, há as seguintes orações:
Eu o(a) perdoei e você me perdoou eu e você somos um só perante Deus.
Eu o(a) amo e você me ama também; eu e você somos um só perante Deus.
Eu lhe agradeço e você me agradece.
Obrigado, obrigado, obrigado...
Não existe mais nenhum ressentimento entre nós.
Oro sinceramente pela sua felicidade.
Seja cada vez mais feliz...

* * *

Deus o(a) perdoa, portanto eu também o(a) perdôo.

* * *

Já perdoei a todas as pessoas e acolho a todas elas com o Amor de Deus.
Da mesma forma, Deus me perdoa os erros e me acolhe com Seu imenso amor.

* * *

O Amor, a Paz e a Harmonia de Deus envolvem a mim e o outro.
Eu o amo e ele me ama.
Eu o compreendo e ele me compreende.
Entre nós não há mal-entendido algum.
Quem ama não odeia, não vê defeito, não guarda rancor.
Amar é compreender o outro e não exigir o impossível.

* * *

Deus o(a) perdoa.
Portanto, também o(a) perdôo.
Através da divindade da Seicho-No-Ie, perdôo e envio-lhe ondas de amor.
Eu amo você.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

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Traição: O começo para o Perdão?
por Daniele Alvim - contato@danielealvim.com.br


Você já foi ou já se sentiu traído?
Por que será que atualmente vivemos em um mundo tão fácil de trair?
É muito difícil perdoar quando se ama? Ou, pelo contrário, é mais fácil?
Será que somos obrigados a perdoar?

Perdoar uma traição é o caminho para que obtenhamos paz de espírito, eu acredito. Não se deixar abater, seguir em frente com a cabeça erguida, vivenciar o luto (também de cabeça erguida), ter integridade é o caminho. Mas como esperar um comportamento completamente ilibado de quem é traído? Vingança é tudo que vem à cabeça num primeiro momento por todos os mortais. O que há de se esperar de nós quando o que a alma sente é a necessidade de uma compensação por todo sofrimento imposto pela outra pessoa? Mágoa, ressentimento, estresse, sensação de perda, sensação de ter sido feito de palhaço, de não ter sido respeitado.

Esse é um assunto tratado pela cor verde, que tem a ver com o coração; mas também está relacionado com os três primeiros chacras, os mais básicos. É verdade que quando há o amor verdadeiro, não há espaço para a traição; quando há o respeito, não há o espaço para a traição; quando há integridade, a traição se torna impossível; quando se está verdadeiramente no coração, além dos três primeiros chacras, não sentimos a necessidade de trair. Os três primeiros chacras são os chacras do dinheiro (primeiro), sexo (segundo) e poder (terceiro), quem está somente sintonizado nestes três primeiros e ainda não abriu o quarto chacra (coração), ainda não ama verdadeiramente, então, trai.

A maioria de nós cai em desespero quando descobre uma deslealdade. Então... se vinga ou mesmo entra em depressão. Outros até se matam. Não sou a favor da vingança, mas da compreensão, do papo aberto, da sinceridade, da honestidade, da franqueza. E por que não? A franqueza é melhor do que alimentar um comportamento falso que pode ocorrer em qualquer situação de vida: amoroso, amizade, profissional, familiar...

Mas de uma coisa tenho certeza: nossa paz e felicidade internas dependem - e muito - do bem que fazemos ao nosso próximo. Nosso equilíbrio, apesar das tempestades, depende de nossa consciência em direção ao bem. Nossa consciência, sempre leve, depende de nossa elevação interna sempre constante. Nossa fé na vida depende da fé que depositamos em Deus e da certeza de que Ele sempre está nas rédeas de tudo.

As traições nos fazem sofrer, mas manter a serenidade em uma hora dessas é o melhor caminho, e quanto a isso podemos seguir a Oração da Serenidade que em um trecho diz:

"Concedei-nos Senhor a Serenidade necessária para aceitar as coisas como são, Coragem para modificar as que podemos e Sabedoria para distinguirmos umas das outras..."

Serenidade, coragem e sabedoria, então, são as palavras-chave para que possamos superar uma traição. Serenidade, calma, tranqüilidade, paz para aceitá-la que alcançamos com o perdão... Coragem, bravura, audácia, força para enfrentá-la, que conseguimos com uma vontade determinada... E Sabedoria, elevação e bom senso para resolvê-la, alcançamos quando estamos conectados com nossa Luz Interior, que é o que irá nutrir a nossa consciência para nos orientar a uma decisão que seja a melhor possível para todos os envolvidos.
E que Assim Seja.

Daniele Alvim é Escritora, Terapeuta e Professora de Aura-Soma
Visite seu Blog, Twitter e minha comunidade de Aura-Soma no Orkut.
Visite o site do autor: http://somostodosum.ig.com.br/p.asp?i=4216&s=1
E-mail:contato@danielealvim.com.br

terça-feira, 23 de novembro de 2010

é uma verdadeira fonte de conhecimento.

Você está pronto para os sinais?
por Nelson Matheus Silva - matheussilva_frc@yahoo.com.br

AS PROFECIAS NÃO MUDAM, MAS, SIM, A FORMA DE ENCARÁ-LAS

Sinto que a vida nos impõe uma jeito mágico de como estamos interligados às coisas e às pessoas. Sinto também que essa forma sábia de nos instruir é o melhor e mais forte método de educação e libertação. Sim, porque acredito que a educação é libertadora, ou pelo menos... deveria ser!

O Universo deve ter seu motivo para vez ou outra despertar em mim "sonhos" que mostram inundações e a destruição de várias áreas do planeta. Em muitos destes sonhos, eu mesmo me perdia nas inundações em busca daqueles que me são caros. Nesse processo, uma grande cura aconteceu: aprendi a entender que cada um só se salva sozinho e que às vezes acreditamos que quem não está salvo está mais do que você!

Após ter me libertado das amarras dessa prisão emocional que tirava a expansão da consciência de um Ser Livre que sou, das obrigações de um ser limitado encarnado que ora estou, pude entender que o Amor é a maior de todas as Forças. E que não era das pessoas que deveria me libertar, mas dos conceitos.

Esta noite, tive uma revelação muito tocante e profunda.

Eu estava com alguns amigos de vidas passadas, e alguns dessa, conversando, no primeiro andar de uma grande casa, normalmente sobre como a vida se manifestava perfeita em toda plenitude, quando entram outras pessoas no quarto e começam a mandar nós pegarmos nossas coisas e sairmos de lá com urgência. Meio assustado, mas com os pés no chão, desci as escadas e fui verificar o que estava ocorrendo. A porta principal estava aberta e meu pai junto com um Frei se aproximava. O meu pai estava sério e com um ar de que estava sendo inspirado e o Frei estava sorridente e amoroso, logo atrás dele. Perguntei o que estava acontecendo e fui informado de um importante evento estava para acontecer e de que eu deveria sair dali.

Meu pai entrou na casa para apressar as outras pessoas e o Frei me chamou para sentar no sofá, com tranqüilidade e amorosidade. Então ele me falou: "tudo isso que você vê agora será destruído", ele disse isso com um sorriso no rosto e tentando me transmitir calma. "Vá se arrumar suas coisas. Não precisa correr. Mas, saiba que a hora está se aproximando e você terá que ir para o Sertão, para o lugar seco de onde nascerão todos os frutos. Não há porque correr, nem se preocupar. Lá já existe um lugar para você ficar e pessoas esperam por você. Vá se preparando, meu filho". Ele se levantou e eu subi as escadas para fazer minhas malas. Olhei pela janela do quarto e vi que haviam dois Sois e três luas no Céu, que embora estivesse alaranjado e roxo estava repleto de estrelas.

Tudo isso me emocionou muito. E sinto, que algo muito importante está para acontecer. O que mais me tocou é que nos sonhos anteriores estavam somente eu e meu Guia Espiritual e, depois de entender que ninguém salva ninguém, inúmeras pessoas estavam comigo, principalmente familiares e amigos!

Aprendi que são os conceitos, as nossas crenças, a chave de tudo. Nada fora muda. Só o que muda é o nosso mundo interno e tudo fora se manifesta de outra forma. É encantador ver a dança da vida e poder se deixar ser tocado pelos bailarinos siderais que a todo momento tentam nos mostrar com amor ou dor, a opção é de cada um, o caminho certo a seguir.

Obrigado, Deus de meu Coração, por me permitir dividir essas experiências, afim de demonstrar pela prática diária que o Amor é um Caminho seguro.

Dentro de cada um de nós, existe um potencial enorme de descoberta do real e de nossa razão de ser. Até que ponto você está disposto a se conhecer e se transformar?
ESTAMOS AQUI PARA LHE AJUDAR NO QUE DIZ RESPEITO AO SEU CRESCIMENTO! Acredito que tudo é possível.

E-mail: matheussilva_frc@yahoo.com.br

domingo, 21 de novembro de 2010

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Visite, tenho certeza que você vai gostar.

H´oponopono é simples... mas funciona
:: Rubia A. Dantés ::

Perceber que as pessoas que atraímos para nossas vidas trazem coisas a respeito de nós mesmos nem sempre é fácil... Algumas pessoas nos aparecem com problemas tão estranhos, com medos tão absurdos... que nem de longe imaginamos que, de alguma forma, aquilo nos sinaliza para algo que temos que liberar em nós mesmos...

Enquanto não aceitamos isso, é um pulo para nos colocarmos na condição de vítima dessa ou daquela pessoa, não entendemos por que o outro age assim e muito menos por que essa pessoa está em nossa vida.

A partir do momento em que assumimos 100% de responsabilidade por tudo que nos acontece... entendemos que, na verdade, não somos vítima de nada, e que o Universo nos coloca com determinadas pessoas justamente para o crescimento mútuo... podemos colher frutos ricos preciosos de todos os nossos relacionamentos.

A pergunta que o Ho'oponopono nos sugere... "o que em mim está causando esse problema nessa pessoa?" nos leva a assumir 100% de responsabilidade e a partir daí podemos pedir à Divindade, para limpar em nós a causa daqueles problemas, e transmutar em pura Luz...

Não é que o outro não apresente aqueles medos... ou algumas características, que algumas vezes são tão claras que não têm nem como negar, mas... porque atraímos justamente essas pessoas para nossa realidade?

Como oportunidade de nos mostrar o que precisamos limpar em nós... e o outro também recebe o presente de, ao enxergar em nós o que não consegue ver nele mesmo, fazer essa liberação.

Lógico que as coisas não são tão óbvias... e às vezes, um medo ou outro problema que o outro apresente aos nosso olhos de forma tão nítida... pode estar tão camuflado na gente que, parece que somos o oposto daquela pessoa.... existem muitas e sofisticadas maneiras que nosso ego encontra para despistar nossos problemas... Se não fosse assim, não precisávamos do espelho que o outro nos oferece para nos mostrar o que não enxergamos em nós mesmos. Quantas vezes depois de muito Ho'oponopono descobri medos em mim que julgava serem só do outro? Mas lá estava ele... bem escondidinho agindo nas sombras e me levanto a auto sabotagem.

Não gosto disso... não quero ir nesse lugar... não quero fazer isso... Quantas dessas frases são geradas pela nossa verdadeira essência e, quantas, pelo medo de reviver experiências que foram dolorosas... e das quais, hoje, só fica a reação que nos leva a fugir de determinadas situações porque pensamos que não gostamos...

Ao assumirmos 100% de responsabilidade pelo que nos acontece, estamos também aceitando que a cura depende de nós... da Divindade em cada um de nós. Cura que se dá pela limpeza das memórias...

Ho'oponopono é muito simples... mas funciona.... mas a nossa mente, que não gosta muito de simplicidade, adora usar isso como desculpa para não fazer. Muitas pessoas já me deram esse retorno, que não faziam porque era muito simples e não devia funcionar... e depois, resolveram experimentar e se surpreenderam...

Eu me surpreendo a cada dia com a força dessa ferramenta e sou muito grata.


*** O Manto do Amor
Nos dias 26, 27 e 28 de novembro no Sitio Sertãozinho - Moeda - MG
Se você sentir o chamado... entre em contato

Rubia A. Dantés é Designer, cria mandalas e ilustrações em conexão...
Trabalhos individuais e em grupo, com o Sagrado Feminino, o Dom e o Perdão...
medite on-line e conheça suas mandalas.

Visite seu site:  http://somostodosum.ig.com.br/d.asp?i=120
Email: rubia.americano@terra.com.br


sábado, 20 de novembro de 2010

O tempo e as jabuticabas
Autor:. Rubem Alves

'Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver
daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquela
menina que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ela
chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir
quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.

Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos.
Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos
para reverter a miséria do mundo. Não quero que me convidem
para eventos de um fim de semana com a proposta de abalar o milênio.

Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir
estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas,
que apesar da idade cronológica, são imaturos.

Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões
de 'confrontação', onde 'tiramos fatos a limpo'.


Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo
majestoso cargo de secretário geral do coral.


Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: 'as pessoas
não debatem conteúdos, apenas os rótulos'.


Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a
essência, minha alma tem pressa...


Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente
humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta
com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não
foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados,
e deseja tão somente andar ao lado do que é justo.

Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse
amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo.'
O essencial faz a vida valer a pena.

                                                              Rubem Alves

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

FELICIDADE REALISTA

Martha Medeiros

A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável,
mas nossos desejos são ainda mais complexos.
Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.
Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema,
queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.
E quanto ao amor? Ah, o amor.. não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando.
Isso é pensar pequeno.
Queremos AMOR, todinho maiúsculo.
Queremos estar visceralmente apaixonados,
queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados,
queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo,
queremos sexo selvagem e diário,
queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão.
Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.
Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimo de felicidade.
Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum.
Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.
Dinheiro é uma benção.
Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo.
Não perder tempo juntando, juntando, juntando.
Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado.
E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda,
buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.
Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável.
Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno.
Olhe para o relógio: hora de acordar.
É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente.
A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio.
Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade.
Se a meta está alta demais, reduza-a.
Se você não está de acordo com as regras, demita-se.
Invente seu próprio jogo.
Faça o que for necessário para ser feliz.
Mas não se esqueça de que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la
e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade.
Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração.
Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

O seu dia
                                                     Que a luz esteja contigo,
assim como está comigo.
Que o teu amanhecer ainda tenha algumas estrelas iluminadas e uma brisa morna.
Que a tua saúde esteja perfeita
e que o teu coração esteja aberto
para mais um dia de aprendizado,
mais um dia de amor e compreensão.
Atende aos que de ti precisam
e não te esquece de deitar-te em teu silêncio
e usufruir da tua intuição.
Hoje, procura caminhar um pouco mais,
e observa a natureza, ainda que pouca,
está a tua volta a te abençoar,
a te suprir com sua beleza.
Hoje, procura não te angustiar, nem te castigar.
Dá o perdão a ti e aos teus e segue em paz.
Lembra que aquilo em que acreditas
toma realidade
e aquilo que não alimentas
deixa de existir.
É simples assim.
Procura dar equilíbrio para teu ser
cuidando com os teus pensamentos,
com a tua conduta.
Vê, a tua presença é tão necessária...
Por isso, dá o que brilha em ti,
para que assim possas brilhar ainda mais.
Que este dia seja simplesmente teu
e que a alegria vá contigo
para que outros possam usufruir
dos bons ventos que te cercam.

Que DEUS em sua infinita misericordia abençoe todos seus dias. amém

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

PRINCÍPIO DO VAZIO
Joseph Newton

Tens o hábito de juntar objetos inúteis neste momento, crendo que um dia,
não sabes quando, poderás precisar deles?
Tens o hábito de juntar dinheiro só para não o gastar, pois pensas que no futuro poderá fazer falta?
Tens o hábito de guardar roupa, brinquedos, sapatos, móveis, utensílios domésticos
e outras coisas que já não usas há bastante tempo?

...E dentro de ti ?...
Tens o hábito de guardar o que sentes, broncas, ressentimentos, tristezas, medos, pessoas etc?
Não faças isso!
É anti-prosperidade.
É preciso criar um espaço, um vazio, para que as coisas novas cheguem à tua vida.
É preciso eliminar o que é inútil em ti e na tua vida, para que a prosperidade venha.
É a força desse vazio que absorverá e atrairá tudo o que tu desejas.
Enquanto estiveres material ou emocionalmente carregado de coisas velhas e inúteis,
não haverá espaço aberto para novas oportunidades.
Os bens precisam circular...
Limpa as gavetas, os armários, o teu quarto, a garagem.
Dá o que tu já não usas.
A atitude de guardar um montão de coisas inúteis amarra a tua vida.
Não são os objetos guardados que param a tua vida, mas o significado da atitude de guardar.
Quando se guarda, considera-se a possibilidade de falta, de carência.
É acreditar que amanhã poderá faltar e tu não terás meios de prover as tuas necessidades.
Com essa postura, tu estás a enviar duas mensagens, para o teu cérebro e para a tua vida:
1º... tu não confias no amanhã
2º... tu crês que o novo e o melhor NÃO são para ti,
já que te alegras com guardar coisas velhas e inúteis.