terça-feira, 2 de abril de 2013


AMIZADE
 Torna-te amigo de todas as pessoas.
A amizade é um tesouro do espírito, que deve
ser repartido com as demais criaturas.
Como um sol, irradia-se e felicita quantos a
recebem.
Há uma imensa falta de amigos na Terra, gerando
conflitos e desconfianças, desequilíbrio e
insegurança.
Quando a amizade escasseia na vida, o homem
periga em si mesmo.
Sê tu o amigo gentil, mesmo que, por enquanto,
experimentes incompreensão e dificuldades.

Joanna de Ângelis (espírito), psicografia de Divaldo Franco. Livro: Vida Feliz

 CONFIA SEMPRE
 Confia sempre na ajuda divina.
Quando te sentires sitiado, sem qualquer
possibilidade de liberação, o socorro te chegará
de Deus.
Nunca duvides da paternidade celeste.
Deus vela por ti e te ajuda, nem sempre como
queres, porém, da melhor forma para a tua
real felicidade.
Às vezes, tens a impressão de que o auxílio
superior não virá ou chegará tarde demais.
Passado o momento grave, constatarás que o
recebeste alguns minutos antes, caso tenhas
perseverado à sua espera.

Joanna de Ângelis (espírito), psicografia de Divaldo Franco. Livro: Vida Feliz
NÃO ESTRAGUE O SEU DIA
Você já experimentou, alguma vez, aquele amanhecer sombrio, em que tudo lhe parece amargo?

 Esses dias aparentemente têm os mesmos aspectos para todos nós, mas são vividos de maneira diferente por cada indivíduo.

 Alguns ficam tristes e quase calados. Buscam isolar-se para evitar qualquer contato com alguém que lhes faça perguntas sobre o que está acontecendo, porque está assim, etc.

 Outros deixam o mau humor dirigir seus passos e, em poucos minutos, azedam todo o ambiente em que se encontram. Distribuem gestos bruscos, falam com irritação, respondem com azedume, culpam os outros por tudo de errado que acontece.

 E a resposta para comportamentos desse tipo logo se faz sentir no organismo, em forma de azia, enxaqueca, dores musculares, entre outros males.

 E o pior de tudo é que nem sabemos o porquê de tanta irritação. Não paramos um pouco para meditar sobre a situação em que nos encontramos, nem para mudar o curso dos acontecimentos.
 De maneira irrefletida, estragamos o nosso dia movidos por um estado d´alma que nos toma de assalto e no qual nos deixamos mergulhar, sem refletir.

 Passados esses momentos amargos, fica uma desagradável sensação de mal-estar, de indisposição, de sentimentos feridos, de relacionamento comprometido.

Assim, se você sentir que está diante de uma manhã sombria, de um momento amargo, vale a pena tomar medidas urgentes para não se deixar cair nas armadilhas.

Se ainda está em casa, faça uma prece antes de sair.

Se estiver no trabalho, busque um local que lhe permita ficar só por um instante, respire fundo e eleve o pensamento a Deus, rogando forças e discernimento para não se deixar levar por circunstâncias desagradáveis.

Lembre-se, sempre, que todos temos momentos difíceis, e que só depende de nós complicá-los ainda mais, ou sair deles com sabedoria e bom senso.

Lembre-se, ainda que, por mais difícil que esteja a situação, ela será tragada pelas horas e substituída por momentos mais leves e mais felizes.

Por essa razão, nunca valerá a pena estragar o seu dia.
  
Não estrague o seu dia.

A sua irritação não solucionará problema algum.
As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas.
Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.
O seu mau humor não modifica a vida.
A sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus.
A sua tristeza não iluminará os caminhos.
O seu desânimo não edificará a ninguém.
As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade.
As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você.
Não estrague o seu dia.
Aprenda, com a Sabedoria Divina, a desculpar infinitamente, construindo e reconstruindo sempre para o infinito Bem.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 38, do livro Agenda Cristã, pelo Espírito André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
Disponível no CD Momento Espírita v. 6 e no livro Momento Espírita v. 2, ed. Fep.
 SEMPRE COM DEUS
Lembra-te de Deus para que saibas agradecer os talentos da vida.

Se te encontras cansado, pensa Nele, o Eterno Pai que jamais descansa. Como nos ensinou o próprio Jesus, o Pai trabalha constantemente.
Se te encontras triste, eleva a Deus os teus sentimentos, meditando na alegria solar com que, todas as manhãs, a Infinita Bondade do Pai dissolve as trevas, anunciando um dia novo de oportunidades.
Se estás doente pensa em como Deus, na Sua compaixão e equilíbrio, reajusta os quadros da natureza. Pensa em como, após a tempestade, que arranca árvores centenárias e destrói montanhas, tudo se asserena.
Se te sentes incompreendido, ainda assim volta-te para Deus. Ele, o Eterno Doador de todas as bênçãos, quantas vezes é incompreendido pelas criaturas que criou e sustenta. Mesmo assim, a Sua paciência inesgotável não desanima, aguardando que nos decidamos por abandonar nossas imperfeições.
Se te sentes humilhado, entrega a Deus as dores da tua sensibilidade ferida ou do orgulho menosprezado, refletindo no anonimato com que Ele esconde a Sua imensa grandeza, servindo-nos todos os dias.
Se te sentes sozinho, busca a companhia sublime de Deus na pessoa daqueles que seguem na retaguarda, cambaleantes de sofrimento.
Os mais solitários que tu mesmo, que se encontram em provações mais difíceis que as tuas. Procura aqueles que a miséria encara todas as horas e necessitam da tua ajuda para matar a fome, a sede, acalmar a dor.
Sai de ti mesmo e procura-os. Eles se encontram nas favelas, nas praças, nos hospitais, nos asilos, nas prisões. Talvez, ao teu lado, nos familiares que te esperam um gesto de carinho, uma palavra amiga, um pouco de atenção.
Se estás aflito, confia a Deus as tuas ansiedades. Fala-Lhe de tudo aquilo que te vai na intimidade e Nele, que é o Amor, todas as tuas tormentas haverão de se acalmar.
Enfim, seja qual for a dificuldade, recorda o Todo Misericordioso que não nos esquece.
Na oração haverás de encontrar a força a fim de te ergueres e superares os problemas, pequenos ou grandes que te estejam a supliciar.
Na oração, que é rota de luz, não haverá de te faltar o ânimo para enfrentar mais este dia, com coragem, bom ânimo e alegria, porque, afinal de contas, dia como este nunca houve e nem haverá igual.

Na vida, auxilia quanto puderes. Faze o bem sem olhar a quem.
Imagina que és o lavrador e o teu próximo é o campo. Tu plantas e o outro produz. Tu és o celeiro, o outro é o cliente.
Se desejas seguir para Deus, pensa que entre Deus e tu mesmo, o próximo é a ponte.
O Criador atende às criaturas através das criaturas.
Por isso mesmo, é preciso viver e servir.


Redação do Momento Espírita com base nos cap. 13 e 19 do livro
O Espírito da verdade, por diversos Espíritos, psicografia de
Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, ed. Feb.
Disponível no CD Momento Espírita, v. 6, ed. Fep.

O Espiritismo
www.oespiritismo.com.br

quarta-feira, 27 de março de 2013


ACALENTA UM GRANDE SONHO

Irmão,
não te permitas cair.
Mas, se caíres levanta-te de novo.
Ainda que percas a confiança,
ainda que fracasses naquilo que tentas,
não te permitas cair totalmente.
O sonho é a morada da esperança.
Na imensa morada do sonho
nascem tenros rebentos de esperança.
e os brotos crescem alimentados pelo sonho.
o sonho é a morada da esperança.
Irmão,
desenha na tua mente
o mais brilhante e grandioso sonho.
Não te imagines um ser triste e sombrio.
Saiba que a tua Mente é Criadora
e tu serás exatamente como te fizeres em tua Mente.
Se te imaginares um ser triste e sombrio,
assim te tornarás.
Porém se te imaginares um Ser brilhante e poderoso assim tu serás.

Autor: Masaharu Taniguchi

Fonte da matéria: 
http://comandoestrelinha.ning.com/profiles/blog/show?id=3692814%3ABlogPost%3A518311&xgs=1&xg_source=msg_share_post

segunda-feira, 18 de março de 2013


Meu Querido Meu Velho Meu Amigo
Roberto Carlos

Esses seus cabelos brancos, bonitos, esse olhar cansado, profundo
Me dizendo coisas, um grito, me ensinando tanto, do mundo...
E esses passos lentos, de agora, caminhando sempre comigo,
Já correram tanto, na vida,
Meu querido, meu velho, meu amigo
Sua vida cheia de histórias, e essas rugas marcadas pelo tempo,
Lembranças de antigas vitórias ou lágrimas choradas ao vento...
Sua voz macia me acalma e me diz muito mais do que eu digo
Me calando fundo na alma
Meu querido, meu velho, meu amigo
Seu passado vive presente, nas experiências contidas,
Nesse coração consciente, da beleza das coisas da vida.
Seu sorriso franco me anima seu conselho certo me ensina,
Beijo suas mãos e lhe digo
Meu querido, meu velho, meu amigo
Eu já lhe falei de tudo,
Mas tudo isso é pouco
Diante do que sinto...
Olhando seus cabelos tão bonitos,
Beijo suas mãos e digo
Meu querido, meu velho, meu amigo

(Agora tão longe, mas para sempre, meu querido Pai)

Link: http://www.vagalume.com.br/roberto-carlos/meu-querido-meu-velho-meu-amigo.html#ixzz2NxOw65Yc

quinta-feira, 14 de março de 2013


A Tristeza e a Nuvem
por Maria Cristina Tanajura

Há dias em que acordo triste, sem que saiba o porquê. É uma sensação que incomoda, como se eu ficasse, de repente, pesada, percebendo a vida difícil - muito mais do que já é - e sempre buscava sair desta melancolia, fazendo alguma coisa: indo a um cinema, ligando para uma amiga, ouvindo música... hoje resolvi pensar corajosamente sobre o que seria realmente a tristeza, sem tentar fugir dela.

Veio-me imediatamente à mente a imagem de um dia nublado, de um céu muito cheio de nuvens cinzentas e carregadas... que impediam a passagem dos raios do Sol e compreendi, então, que a tristeza, como as nuvens escuras, precisa ser dissolvida, descarregada. Eu percebi que precisava deixar chover... que as emoções, de hoje, ou de um ontem perdido no tempo, que tinham sido trazidas para o presente, se amontoando e criando aquele mal estar, precisavam se transformar, finalmente. E me imaginei chovendo... num verdadeiro temporal. Embaixo de uma chuva torrencial, me deixando molhar, inteira, sem reservas, pelo tempo que pude e fui me apaziguando, me encontrando com minha força, com meu Eu central e, enfim, melhorei. Foi uma grande lição que aprendi e estou partilhando com vocês. A de que não passamos sem a tristeza, pois ela é um estado de inconformidade, resultante das frustrações, mágoas, que guardamos em nós e que vão se avolumando, chegando a um clímax, quando passam a doer e, por nos incomodar, podem ser analisadas, olhadas, para ser transformadas... se ousarmos encará-las.

A limpeza da atmosfera, após uma tempestade, é facilmente sentida por todos. O mesmo pode acontecer interiormente, quando nos dispomos a deixar chover... deixar acontecer e se mostrar, verdadeiramente, o que está incomodando dentro de nossa alma e aí... aceitando com naturalidade a importância do momento, podemos esvaziar o nosso ser de todo este incômodo, resultante de um acúmulo de sentimentos de não aceitação que se amontoaram, no corre-corre da vida mal digerida que levamos, mas que podem e devem ser transformados, para dar lugar a um clima interior mais ameno, mais positivo e mais harmonioso, onde a esperança, como uma estrelinha verde, poderá voltar a brilhar.

Que as águas rolem - nos rios, nas praias, das fontes, dos céus para a terra, de nosso olhos, limpando todas as impurezas que fazem parte da vida, mas que precisam ser afastadas para que a Luz possa brilhar, iluminando as consciências e festejando a Vida!

Fonte da matéria:
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quarta-feira, 13 de março de 2013


O outro lado do silêncio

Sábios, filósofos e poetas têm, desde a Antiguidade, exaltado o valor positivo do silêncio. Têm repetido, sempre, que o silêncio é bom e que sua prática deve ser cultivada, sendo seu exercício  constante alcançado somente pelas mentes mais iluminadas e equilibradas. "O silêncio vale ouro!" aprendemos com os mais antigos.  E o som dessa verdade ainda ecoa dentro de nós.
Quem sou eu, em minha humilde existência e parco entendimento, para contestá-los! Porém, nos últimos tempos, tenho refletido demais sobre tal premissa. Vejo que ela pode ser verdadeira, mas não absoluta. Depende muito do caso e da ocasião. O silêncio, por si só e em si mesmo, não é bom e nem ruim  Pode  tornar-se bom e aconselhável em determinadas situações. Em outras, não. Muitas e muitas vezes, ele pode ser ruim e ter efeito tão destruidor, tão devastador, quanto as palavras mal ditas. Determinados silêncios, ferem mais do que mil palavras, queimam mais do que fogo e cortam mais do que navalha. Pois, ao contrário de revelarem equilíbrio, podem sugerir descaso e indiferença. Algumas pessoas agridem com o silêncio. É como se dissessem ao outro: “Fala, que eu respondo com meu calar. Reclama, que respondo com minha indiferença, muda, silenciosa, que é minha forma mais sutil, porém não menos cruel, de deboche e desprezo.”  
E se essa não era a intenção da atitude, como saber,  pois se o que escutamos é só o silêncio?  E o que dizer do silêncio da omissão? Nenhum objeto ou substantivo é sagrado ou profano por definição. Tudo depende do uso que fazemos deles. O que ocorre com as palavras, ocorre também com o silêncio. Ele pode ser prudente, mas pode ser insano ou incauto. Pode abrandar, mas também pode agredir. O silêncio que foge do diálogo, do esclarecimento, da discussão, da busca do entendimento é, no mínimo, medroso. Aqueles que fazem apologia ao silêncio em qualquer situação adversa, no fundo, é um ser omisso, que não sabe ou tem medo de se mostrar pelas palavras e, através delas, buscar um melhor entendimento de si e do outro. Por isso, o silêncio pode se converter na melhor (pior) arma dos covardes, que nunca querem correr o risco de se expor. Se calam. Não se mostram. E, pior ainda, acusam de descontrolados e imprudentes os outros, que se arriscam a fazê-lo. Bendito descontrole! Bendita imprudência! Que eu nunca a perca, meu Deus! Que eu nunca me cale. Que eu aprenda a ser cada vez mais prudente com minhas palavras, mas que eu nunca as troque pelo silêncio. Que eu nunca me anule, escondida sob um silêncio pseudo-equilibrado. Que eu conserve sempre a coragem de abrir meu peito, meu coração, minhas emoções, meu contentamento e descontentamento através da palavra, pois é a única forma mais eficiente que disponho no momento de mostrar ao outro quando me fez feliz e quando me feriu. E é a única forma, também, de saber onde e quando errei e como posso acertar da próxima vez. Que eu não morra, meu Deus, entalada com minhas mágoas e situações mal resolvidas. Nem ignore as insatisfações alheias, pela falta do diálogo e pela prática descabida e excessiva do silêncio. Que todos possamos nos entender pela fala, pelo diálogo, e não nos afastemos  pela comodidade insossa do silêncio. Que possamos discernir entre o silêncio bom e o ruim. Que possamos nos lembrar sempre que, como as palavras, o silêncio também pode se converter em arma letal e capaz de impedir ou destruir uma convivência harmoniosa.
Ana Marta

Fonte da matéria:
http://comandoestrelinha.ning.com/profiles/blog/show?id=3692814%3ABlogPost%3A517697&xgs=1&xg_source=msg_share_post

terça-feira, 5 de março de 2013



Pai,
o Meu Coração sangrou de dor,
quando partiste para o pé do Senhor.
Sei que agora que és o meu anjo protector.
A saudade aumenta ao passo que a dor,
vai aos poucos adormecendo na certeza
que um dia voltarei a abraçar-te, e juro
por toda a eternidade nunca mais me afastar.
Por poucos que fossem os anos na Terra,
ficou sempre a lembrança...
Meu querido PAI saudades eternas de ser
pequenina e de estar ao teu colo.
Meu querido PAI
SAUDADES ETERNAS DE SER PEQUENINA
chamar o teu nome e ter-te aqui!
Eu sei que estas sempre comigo
Mas a saudade não dá tréguas.
Ai como eu queria ser novamente
meu querido pai aquela menina sentada
ao teu colo a chamar-te PAI !


Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=85086#ixzz2MhemmuuC

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Este homem chama-se Leopoldo Carrera Pinheiro, nasceu em 06 de novembro de 1923.
É o meu amado Pai, homem honesto em todos seus atos, sincero, simples,sábio, admirado por todos aqueles que o conheceram. Aos 89 anos nos deixou em 17 de fevereiro de 2013.
Meu Deus quanta saudade....quanta saudade.
Obrigada por tudo na minha vida, Pai.
Ate um dia.
Meu Querido e Amado Pai....toda minha gratidão e meu amor

"Quando um velho homem morreu na enfermaria de geriatria de um lar de idosos em uma cidade do interior da Austrália, acreditava-se que ele não tinha mais nada de qualquer valor.

Mais tarde, quando as enfermeiras estavam olhando seus poucos pertences, encontraram este poema. A sua qualidade e conteúdo impressionaram tanto a equipe que cópias foram feitas e distribuídas para cada enfermeira no hospital.
Uma enfermeira levou uma cópia para Melbourne ... O único legado do velho homem para a posteridade já apareceu nas edições de Natal de revistas em todo o país e figura nas revistas de Saúde Mental. Uma apresentação de slides também foi feita com base em seu simples mas eloquente poema. E esse velho homem, com nada para dar ao mundo, é agora o autor deste poema "anônimo" navegando em toda a Internet."

VELHO RANZINZA...

O que vocês vêem enfermeiros?... O que vocês vêem?
O que vocês estão pensando... quando estão olhando para mim?
Um homem casmurro,... não muito sábio,
Incerto de hábito… de olhos distantes?

Quem goteja sua comida... e não faz qualquer comentário.
Quando você diz em voz alta... “Eu gostaria que você tentasse!”
Quem parece não perceber... as coisas que você faz.
E sempre está perdendo... uma meia ou sapato?

Quem, resistindo ou não... lhe permite fazer como quiser,
Com o banho e a alimentação... o dia inteiro para preencher?
É nisso que você está pensando?... é isso ... o que você vê?
Então abra seus olhos, enfermeiro... você não está olhando para mim.

Vou lhe contar quem eu sou ... como continuo, ainda, sentado aqui,
Conforme posso fazer ao seu comando,... como comer à sua vontade.
Eu sou uma pequena criança de dez anos... com um pai e uma mãe,
Irmãos e irmãs... que se amam
Um rapaz de dezesseis... com asas nos pés
Sonhando que breve... uma amante ele vai encontrar.

Um noivo logo aos vinte... meu coração dá um salto.
Lembrando os votos... que eu prometi manter.
Aos vinte e cinco, agora... tenho minha própria juventude.
Quem precisa de mim para guiar... e um lar seguro feliz.

Um homem de trinta... minha juventude agora cresceu rápido,
Ligados um ao outro... com os laços que devem durar.
Aos quarenta, meus filhos pequenos... cresceram e se foram,
Mas a minha mulher está ao meu lado... para ver que eu não lamento.

Aos cinquenta anos, mais uma vez,... bebês brincam no meu joelho,
Mais uma vez, conhecemos as crianças... minha única amada e eu.
Dias sombrios estão sobre mim... minha mulher agora está morta.
Eu olho para o futuro... tremo de pavor.
Pois meus jovens estão todos criados... da sua própria juventude.
E eu penso nos anos... e no amor que eu conheci.
Eu sou agora um velho homem... e a natureza é cruel.
É piada para fazer a velhice... parecer uma tolice.
O corpo, ele se desintegra... graça e vigor, partem.

Existe agora uma pedra... onde uma vez eu tive um coração.
Mas dentro desta velha carcaça... um jovem ainda habita,
E agora e de novo... meu maltratado coração incha
Lembro as alegrias... eu me lembro da dor.
E eu estou amando e vivendo... a vida outra vez.
Eu acho que os anos, muito poucos... foram embora muito rápido.
E aceitar o fato gritante... que nada pode durar.

Então abram seus olhos, pessoas... abram e vejam.
Não um homem casmurro.
Olhe mais perto... veja... A MIM!

"Lembre-se este poema da próxima vez que encontrar uma pessoa mais velha que poderá deixar de lado sem olhar para a alma jovem dentro dela ... Vamos todos, um dia, estar lá, também! Por favor, compartilhe este poema. As coisas melhores e mais bonitas deste mundo não podem ser vistas ou tocadas. Elas devem ser sentidas pelo coração!"