quinta-feira, 29 de setembro de 2011

"O POVO ACORDOU. O POVO DECIDIU. OU PÁRA A ROUBALHEIRA OU NÓS PARAMOS O BRASIL."
No próximo dia 12 de outubro teremos a continuidade do movimento contra a corrupção. Haverá, em todo o país, marchas para mostrar a indignação da população com os roubos e desvios de verbas públicas.
Levantamentos divulgados pela mídia mostram que o ralo da corrupção engole mais de 60 bilhões de reais do orçamento anual. Isso mostra que não precisamos de mais impostos. Precisamos de honestidade e decência. Precisamos de rapidez e seriedade no combate aos saques feitos aos cofres públicos. Precisamos, também, de mais cadeias para as ratazanas.
Em Brasília, no dia 12-10-2011, a partir de 10 horas da manhã, vamos nos concentrar no Museu Nacional da República e dali vamos marchar e mostrar nosso saco cheio com o descalabro.
Peço a todos que divulguem o evento.
Peço a todos que divulguem a idéia da necessidade de combater a corrupção e de criar uma sociedade mais ética, menos desigual e mais justa.
Peço a todos que compareçam à marcha.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Pessoas Surpreendentes

Um rapaz de vinte e dois anos adentra o palco do Korea’s Got Talent. Programas semelhantes existem, com versões mais ou menos parecidas, em vários países do mundo.E, vez ou outra, pessoas muito especiais ali comparecem.
Elas têm um sonho, desejam seguir uma carreira, mudarem o rumo da própria vida.Com Choi Sung-Bong não foi diferente. Abandonado aos três anos de idade, ele viveu em um orfanato até aos cinco anos. Fugiu, confessa, depois de ter apanhado de pessoas responsáveis pela instituição.
Por dez anos, viveu pelas ruas. Vendia chicletes e bebidas. Dormia em escadas e banheiros públicos. Sempre que encontrava, nas ruas, aulas gratuitas de música, ele comparecia.
Fez o supletivo para o ensino fundamental e teve seu primeiro contato com a escola, ao iniciar o ensino médio.
Hoje, trabalha como servente de pedreiro. Seu sonho é se tornar um cantor. Um sonho que foi despertado de estranha maneira.
Certa feita, estando a vender chicletes em uma casa noturna, ele viu um cantor no palco, se apresentando.
A música animada o envolveu e ele ficou fascinado pelo que fazia aquela pessoa no palco. Decidiu: seria cantor.
Conta ele que viveu momentos muito duros em sua vida. Chegou a ser vendido a pessoas inescrupulosas.
Esse jovem, de experiências amargas, guarda doçura na voz e humildade na sua apresentação. Nota-se-lhe a timidez ao falar.
Também o nervosismo, frente ao microfone, apertando os olhos e os lábios, vez que outra.
Ele confessa que, quando canta, se sente outra pessoa. E, realmente, quando abriu sua boca para interpretar a música de Ennio Morricone, no idioma italiano: Nella Fantasia, a emoção tomou conta da plateia e dos julgadores.
Era mesmo outra pessoa. Um cantor interpretando uma canção, com alma e coração.
O sem família, que viveu anos pelas ruas, trabalha, estuda e persegue seu sonho. Não há amargura na sua voz.
Há a doçura de quem crê num mundo bom, conforme os próprios versos da canção que elegeu para sua apresentação e cuja tradução nos diz:
Nesta fantasia eu vejo um mundo justo.
Ali todos vivem em paz e em honestidade o sonho das almas que são sempre livres, como as nuvens que voam, cheias de humanidade.
Na fantasia existe um vento quente, que sopra pela cidade como amigo. Eu sonho que as almas são sempre livres...
* * *
Ante histórias tão comoventes como esta, continuamos a afirmar: o mundo melhor já está presente entre nós.
Almas que não elegem a vingança, nem o ódio ou a mágoa para si. Criaturas que olham mais para o futuro do que para o passado de dores.
Seres que sonham com um mundo claro, onde a noite é menos escura, onde as almas são livres como as nuvens que voam, cheias de humanidade...
Irmanemo-nos a essas pessoas, vivendo de forma positiva, fazendo o melhor das nossas vidas para o bem de todos os que conosco convivem e se nos acercam.
Redação do Momento Espírita, com base em vídeo do programa
 Korea’s Got Talent.
Em 27.09.2011.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Lenda dos índios Cherokees

Na história dos Cherokees, índios da América do Norte, existe uma lenda que fala sobre o rito de passagem da juventude para a maturidade.
Ao final de uma tarde, o pai leva seu filho para a floresta, no alto de uma montanha, venda-lhe os olhos e deixa-o sozinho.
O jovem fica lá, sentado, sozinho, toda a noite, e não poderá remover a venda dos olhos até os raios do sol brilharem no dia seguinte.
Ele não poderá gritar por socorro para ninguém. Se ele conseguir passar a noite toda lá, será considerado um homem.
Ele não deverá contar a experiência aos outros meninos porque cada um deve tornar-se homem do seu próprio modo.
O menino ficará naturalmente amedrontado. É possível que ouça barulhos de toda espécie. Os animais selvagens poderão estar ao redor dele.
Talvez possa ser ameaçado por outro humano. Insetos e cobras poderão feri-lo. É provável que sinta frio, fome e sede.
O vento soprará a grama, as árvores balançarão e ele se manterá sentado estoicamente, nunca removendo a venda. Segundo os Cherokees, esse é o único modo de se tornar homem.
Finalmente, após a noite de provações, o sol aparece e a venda é removida. Ele então descobre seu pai sentado na montanha, próximo a ele. Estava ali, a noite inteira, protegendo seu filho do perigo.
* * *
Essa lenda nos remete aos momentos de dificuldades que atravessamos na vida e nos quais nos julgamos estar sozinhos.
Lembremos que Deus, Pai amoroso, está presente em nossas vidas em todos os momentos, nas alegrias e nas tristezas, pois jamais abandona um filho Seu.
Assim como o pai do jovem índio, Deus, através dos Benfeitores Espirituais, está sempre olhando por nós. Por descuido da fé, muitas vezes, não confiamos na Sua presença.
Evitemos tirar a venda dos olhos antes do amanhecer. Carreguemos a certeza em nossos corações de que estamos constantemente amparados pela Espiritualidade Maior.
Nossos caminhos não estarão livres de percalços nem das dores. Entendamos que as dificuldades que a vida nos impõe são instrumentos de crescimento e fortalecimento para o futuro.
* * *
Nunca estás sozinho.
No lugar onde estejas, Deus está contigo: no lar, no trabalho, no espairecimento, no repouso, na doença, na saúde, nele haurindo consolo e forças para prosseguires nos misteres a que te vinculas.
Somente te sentirás a sós, se deixares de preservar o vínculo consciente com o Seu amor. Mesmo assim, Ele permanecerá contigo.
Lembra-te: Deus é sempre o teu constante companheiro.
* * *
Redação do Momento Espírita, com base em lenda Cherokee e pensamentos finais
do cap. 13, do livro Filho de Deus, pelo Espírito Joanna de Ângelis,
psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 19.09.2011.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

CONQUISTE
Autor: Desconhecido
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Sucesso é quando as crianças sorriem
para você e o cachorro abana o rabo
quando você chega.
Vitória é quando seus filhos/amigos têm orgulho de você.
Êxito é quando você acorda e o dia não pesa em seus ombros.
A única conquista que vale a pena é ser amigo(a) da sua consciência.
Por isso é tão importante conquistar a admiração do seu espelho e do seu travesseiro.
Eles são as principais testemunhas das suas batalhas para ser uma vencedor(a).
Quando o seu espelho sorri para você, mesmo que as coisas não estejam dando certo, é sinal de que você está percorrendo o caminho correto.
Mas se ele "fecha a cara", mesmo quando o vento sopra favorável, é um indício de que o caminho não é este.
Quando o travesseiro não o recebe amorosamente e reage como um companheiro magoado, está na hora de se perguntar se você está respeitando as suas verdades.
Por outro lado, quando você está arrasado(a) porque as coisas não estão correndo bem e não lhe restam alternativas, mas o seu travesseiro é bondoso com você, compreende sua apreensão e o estimula, fique tranqüilo, é sinal que você está trilhando o caminho certo...
Bom mesmo é quando você chega em casa curtindo as vitórias e recebe um sorriso cúmplice do seu espelho e, na hora de se deitar, seu travesseiro lhe faz um carinho amigo.
Nesse momento, você sabe que é mais do que um(a) VENCEDOR(A).
Não desperdice sua vida procurando a aprovação dos outros.
"O importante é estar de bem com você mesmo.

domingo, 25 de setembro de 2011

As asas
Paulo Geraldo

A vida é breve, a alma é vasta:
ter é tardar
(Fernando Pessoa, Mensagem).
.
Um homem demora muito tempo a fazer-se. Não somos como aqueles passaritos que se soltam na imensidão dos céus pouco tempo depois de terem visto a luz. Trazemos em nós uma semente que demora a germinar, que gasta nessa tarefa muitos anos de agitação e silêncio. É assim, decerto, porque está destinada a dar um fruto muito maior que o do pássaro.
Temos, sem dúvida, uma alma: raciocinamos, temos sede de conhecer, somos capazes de amar e de escolher. Um animal come necessariamente, se tiver fome e o alimento estiver ao seu alcance. Um homem, nas mesmas circunstâncias, pode não o fazer. Porque, por exemplo, resolveu fazer dieta. Ou porque escolheu dar o seu alimento a outro que tinha mais fome do que ele. Tem a possibilidade de viver de acordo com outros critérios.
Há muitos séculos que chamamos alma a esse não-sei-quê que faz parte de nós e nos permite viver num plano superior ao das coisas simplesmente materiais. É como se possuíssemos uma espécie de asas.
Sabemos apreciar um sofá confortável, um sono reparador, um bom bife com batatas fritas.
Mas precisamos de mais do que isso. E damos por nós a perguntar “porquê?”, ou a discutir ideias. E descobrimos que há qualquer coisa – não feita de células ou moléculas – que nos comove e nos atrai numa paisagem, num gesto de heroísmo, num poema, na música.
Há uma beleza e um bem que não são feitos de nada que se possa tocar. Que não estão nas coisas, embora as coisas nos levem a eles. Aquilo que é apenas material – acabamos sempre por o descobrir – sabe a pouco e não nos enche as medidas. Mas leva tempo a chegar aí.
Leva tempo até percebermos, por exemplo, que existe uma paz que não é a paz das coisas, mas sim uma harmonia interior que resulta de um comportamento correcto. E que é esse o género de paz que nos interessa; que não nos basta aquela paz que é feita somente de ausência de vento ou de guerra.

 
Um homem tem de crescer não apenas corporalmente. Deve atingir uma envergadura que ultrapassa em muito o âmbito das coisas materiais. Deve fazer-se… homem.
É um caminho já de si longo. Ainda por cima, cometemos com frequência a burrice de termos medo de ganhar asas. De largar um pouco esses outros bens – mais pequenos, mais baixos, mais… animais. É olhar e ver como muitas vezes nos afadigamos correndo atrás da posse de bens materiais e dos prazeres que não são senão para o corpo e de que também gostamos. Ter, gozar, curtir, comprar, comprar… Ter, ter, ter.
Mas sucede que o ter e o comprar e o curtir – usados de um modo exagerado, como fazemos – nos atrasam. Perdemos tempo.
Quem vive obcecado com a posse de prazeres e bens materiais não tem acesso aos prazeres da alma. Passa ao lado do bem e da beleza e do amor.
 Porque escolheu um nível para a sua vida – o mais cómodo – e escolher uma coisa é sacrificar as outras. Não é possível alcançar o topo da montanha e, simultaneamente, permanecer deitado à sombra lá em baixo.
Portanto, apressemo-nos. Pois, como escreveu o poeta, ter é tardar…

http://belostextos.aaldeia.net

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Ser transparente

 Às vezes, fico me perguntando porque é tão difícil ser transparente...
Costumamos acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincero, não enganar os outros.
Mas ser transparente é muito mais do que isso.
É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que sente...
Ser transparente é desnudar a alma, é deixar cair as máscaras, baixar as armas, destruir muros...

Ser transparente é permitir que a doçura aflore, transborde...
Mas, infelizmente, a maioria decide não correr esse risco.
Preferimos a dureza da razão à leveza reveladora da fragilidade humana.
Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam da alma...
Preferimos nos perder numa busca por respostas a simplesmente admitir que não sabemos nada e que temos medo!
Por mais doloroso que seja ter de construir uma máscara que nos distancia cada vez mais de quem realmente somos, preferimos assim: manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção.

E assim, vamos nos afundando em falsas palavras, atitudes, em falsos sentimentos...
Com o passar dos anos, um vazio frio e escuro nos faz perceber que já não sabemos dar e nem pedir o que de mais precioso temos a compartilhar...
A doçura, a compreensão de que todos nós sofremos, nos sentimos sós...

Uma saudade desesperada de nós mesmos, daquilo que pulsa e grita dentro de nós, mas que não temos coragem de mostrar...
Porque aprendemos que isso é ser fraco, é ser bobo, é ser menos do que o outro!
Quando, na verdade, agir com o coração, poupa a dor...
Sugiro que deixemos explodir toda a doçura!
Que consigamos não prender o choro, não conter a gargalhada, não esconder tanto o nosso medo, não desejar parecer tão invencíveis...
Chega de tentar controlar tanto....
Responder tanto...
Competir tanto...
Tente simplesmente viver, sentir e amar.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Trecho do Livro "A Divina Sabedoria dos Mestres. 

Promovendo o amor e a compreensão nos relacionamentos.
Nunca fale quando estiver com raiva.
As palavras têm um efeito duradouro e muito poder, não é fácil esquecê-las...
Fazer aquilo que promove a compreensão e a cooperação é a verdadeira vitória....
Apegar-se à raiva envenena o relacionamento.
Continue a amar, mesmo que o outro esteja zangado, magoado ou amedrontado.
O amor é permanente, a raiva é transitória.
Todos podemos aprender a abreviar nossos períodos de raiva e levá-los a uma rápida solução.
A raiva acaba sempre por dissipar-se.
Por que então deter-se no sofrimento desnecessariamente?
Tente esta técnica em seus relacionamentos. .
Perdoe o passado.
Aprenda com ele e desapegue-se dele.
As pessoas estão em constante crescimento e mudança.
Por isso, você não deve fixar-se em uma imagem antiga, limitada e negativa de uma pessoa.
Veja como ela é agora O seu relacionamento está sempre vivo, sempre mudando. .
Invista seu amor na outra pessoa agora, no presente.
Não se arrependa, não lamente por erros passados.
O passado.... passou...
Nunca é tarde demais para expressar o seu amor e a sua compaixão.
Ajude o outro a eliminar o medo.
O que você fizer a partir do amor, a partir do seu coração, retornará a você dez vezes multiplicado. . O amor é eterno.
O amor não acaba quando a relação termina.
O amor não acaba nem mesmo com a morte física. .
O amor em si permanece, mesmo se o ser amado morreu.
Visualize essa pessoa e envie para ela pensamentos e comunicações positivas.
Seu relacionamento está vivo e as transformações podem continuar ocorrendo".

Obrigada, meu querido amigo Delfino, que me envia estas lindas lições de vida.
Um grande abraço